Entusiasmado desloquei-me à Sagrada Família mesmo no centro da cidade, facilmente acessível já que a enorme estrutura de Antoni Gaudí se observa de qualquer ponto da cidade (assim como em Paris com a Torre Eiffel ou Londres com o Big Ben).
Entre comprar o bilhete (cerca de meia hora de espera) e entrar neste colosso tive tempo de desenhar os chamados “Bancs – Fanals” candeeiros espalhados pela cidade em que a sua “arquitectura” vai variando consoante o bairro em que está. São peças únicas.
Como caracterizar a Sagrada Familia? Tudo é magnífico. Desde a entrada em que é preciso perder uma boa meia hora a seguir os episódios bíblicos e admirar a altura da igreja, sempre com os trabalhos de construção em pano de fundo e os milhares de turistas à volta.
Uma imagem que sempre guardarei comigo é a entrada na Sagrada Familia. O objectivo de Gaudi foi alcançado: entrar no céu!
Por entre os vitrais com muitos coloridos tons quentes que com o efeito do sol entram e se espalham pelo chão da Igreja é impossível baixar a cabeça perante as imponentes colunas, as figuras bíblicas misturadas entre óculos de vidro colorido. Apesar da confusão de turistas é possível ali ter paz.
Demorei-me várias horas por ali tentando captar a essência e a complexidade do espaço.
Decididamente um espaço inesquecível e dos mais belos onde já estive! No interior da Sagrada mal se notam as obras (apenas numa secção). Lá fora estas continuam a todo o vapor e recentemente entrou-se na última fase de ampliação (subida da Igreja por mais algumas dezenas de metros).
Em 2016 (quando se espera acabarem as obras) lá voltarei!







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